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«As geografias – disse o geógrafo – são os livros mais sérios que há. Nunca passam de moda. É raríssimo que uma montanha mude de lugar. É raríssimo que um mar se esvazie. Nós só descrevemos coisas eternas.» Antoine de Saint-Exupéry em “O Principezinho” (1946)
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quarta-feira, 3 de julho de 2019
sexta-feira, 28 de junho de 2019
terça-feira, 9 de junho de 2015
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Yakutsk: a cidade mais fria do mundo
"A -5°C, o frio é bastante refrescante e um gorro ou chapéu e um cachecol são suficientes para se manter quente. A -20°C, a humidade das narinas congela e o ar é tão frio que é quase impossível não tossir. A -35°C, o ar é frio o suficiente para anestesiar a pele e as extremidades corporais. A -45°C utilizar óculos torna-se complicado: o metal adere à cara e quanto tentar removê-los sentirá quase que está a arrancar a própria carne.
É exactamente isto que acontece no Inverno aos habitantes da cidade de Yakutsk, na Rússia. Yakutsk é uma cidade remota no leste da Sibéria e é considerada a mais fria do mundo. A cerca de cinco mil quilómetros de Moscovo, a cidade foi fundada em 1632 pelos Cossacos e impõe aos seus habitantes condições extremas de vida. Ainda assim, Yakutsk tem uma população de de 270 mil habitantes, cerca de um quarto da população total da Sibéria. No Inverno, as temperaturas podem descer abaixo dos 40°C negativos – a temperatura mais baixa registada foi de -64°C). No verão as temperaturas ultrapassam frequentemente os 30°C positivos.
Durante o Inverno, Yakutsk fica envolta num denso manto de nevoeiro gelado que restringe a visibilidade e poucos metros. Apesar das temperaturas extremas, quer de Inverno quer de verão, Yakutsk alberga uma importante indústria alimentar, bem como curtumes, serralharias, fábricas de materiais de construção e o Yakutsk Permafrost Institute, que se dedica ao estudo das soluções para os sérios problemas que a indústria da construção enfrenta nos solos gelados.
Mas há uma razão mais importante para que Yakutsk seja habitada: a cidade é um importante centro de extracção de diamantes, fornecendo um quinto da produção mundial do mineral precioso. Valerá a pena tanto sacrifício do bem-estar da população?"
É exactamente isto que acontece no Inverno aos habitantes da cidade de Yakutsk, na Rússia. Yakutsk é uma cidade remota no leste da Sibéria e é considerada a mais fria do mundo. A cerca de cinco mil quilómetros de Moscovo, a cidade foi fundada em 1632 pelos Cossacos e impõe aos seus habitantes condições extremas de vida. Ainda assim, Yakutsk tem uma população de de 270 mil habitantes, cerca de um quarto da população total da Sibéria. No Inverno, as temperaturas podem descer abaixo dos 40°C negativos – a temperatura mais baixa registada foi de -64°C). No verão as temperaturas ultrapassam frequentemente os 30°C positivos.
Durante o Inverno, Yakutsk fica envolta num denso manto de nevoeiro gelado que restringe a visibilidade e poucos metros. Apesar das temperaturas extremas, quer de Inverno quer de verão, Yakutsk alberga uma importante indústria alimentar, bem como curtumes, serralharias, fábricas de materiais de construção e o Yakutsk Permafrost Institute, que se dedica ao estudo das soluções para os sérios problemas que a indústria da construção enfrenta nos solos gelados.
Mas há uma razão mais importante para que Yakutsk seja habitada: a cidade é um importante centro de extracção de diamantes, fornecendo um quinto da produção mundial do mineral precioso. Valerá a pena tanto sacrifício do bem-estar da população?"
Green Savers
Publicado em 25 de Janeiro de 2014.
Publicado em 25 de Janeiro de 2014.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
SOS Gronelândia
Derreteu 97% da camada de gelo na Gronelândia em apenas cinco dias.
De acordo com a NASA, cerca de 97% da superfície da camada de gelo que
cobre a Gronelândia derreteu este mês, o degelo mais vasto de que há registo
nos 30 anos de observações de satélite da ilha.
Entre os
dias 8 e 12 de julho, a área derretida passou de 40% do total da superfície da
camada de gelo para 97%, o que significa que a quase totalidade da camada
sofreu algum derretimento - desde as extremidades finas próximas da costa até
ao centro, com mais de três quilómetros de espessura.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Volta ao mundo (2)
Mosteiro Tatev - localizado no sudeste da Arménia
“A Arménia, denominada oficialmente de República da Arménia,
é um país sem costa marítima localizado numa região montanhosa na Eurásia,
entre o mar Negro e o mar Cáspio, no sul do Cáucaso. Faz fronteira com a
Turquia a oeste, Geórgia ao norte, Azerbaijão a leste, e com o Irã e com o
enclave de Nakhchivan (pertencente ao Azerbaijão) ao sul. Apesar de
geograficamente estar inteiramente localizada na Ásia, a Arménia possui
extensas relações sociopolíticas e culturais com a Europa. A sua capital é
Erevan.”
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Explorar a Antártida a partir de casa
"O Google Street View disponibilizou mais imagens da Antártida, incluindo de cabanas dos primeiros exploradores. Basta um computador com acesso à Internet para visitar o continente gelado, que ficou, assim, à distância de um click.
O
Google Street View oferece imagens de locais históricos do continente
gelado, dois anos depois de ter disponibilizado imagens da Antártida que
permitiam aos utilizadores ver pinguins.
Agora, as imagens panorâmicas permitem visitar virtualmente sítios como o Telescópio do Pólo Sul, as rochas do Cabo Royds, repletas de pinguins de Adélia, ou a Cabana Shackleton, nomeada em homenagem a um dos primeiros exploradores da zona.
A cabana ainda abriga uma série de objetos utilizados nas expedições à Antártida no início do século XX, como medicamentos e trenós de carga, permitindo a quem navega na web explorar a estrutura e perceber como viviam os primeiros exploradores.
As imagens, captadas com lentes olho de peixe, serão inseridas no site World Wonders, um projeto da Google, onde os utilizadores poderão também conhecer a história da exploração do Pólo Sul."
Agora, as imagens panorâmicas permitem visitar virtualmente sítios como o Telescópio do Pólo Sul, as rochas do Cabo Royds, repletas de pinguins de Adélia, ou a Cabana Shackleton, nomeada em homenagem a um dos primeiros exploradores da zona.
A cabana ainda abriga uma série de objetos utilizados nas expedições à Antártida no início do século XX, como medicamentos e trenós de carga, permitindo a quem navega na web explorar a estrutura e perceber como viviam os primeiros exploradores.
As imagens, captadas com lentes olho de peixe, serão inseridas no site World Wonders, um projeto da Google, onde os utilizadores poderão também conhecer a história da exploração do Pólo Sul."
quinta-feira, 12 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A Terra vista do céu
CORAÇÃO DE VOH EM 1990, NOVA CALEDÔNIA, FRANÇA
"O
manguezal, floresta semiterrestre e semiaquática, desenvolve-se nos
solos lodosos tropicais expostos às alternâncias de marés. Constituído
por diversas plantas halófitas (capazes de viver em solos salgados), com
uma predominância de mangues, ele reveste quase 1/4 dos litorais
tropicais e cobre cerca de 15 milhões de hectares no mundo. Esse meio
frágil recua continuamente diante da excessiva exploração de recursos,
da expansão agrícola e urbana, do desenvolvimento das criações de
camarões e da poluição. Contudo, o manguezal ainda é indispensável à
fauna marinha e ao equilíbrio do litoral, assim como à economia local. A
Nova Caledônia, conjunto de ilhas do Pacífico que cobre 18.575km2,
conta com 200km2 de um manguezal bastante baixo (8 a 10m de altura) mas
muito denso, principalmente na costa oeste da Grande-Terre, ilha mais
importante do arquipélago neocaledônio. No interior das terras, onde a
água marinha só penetra no momento das grandes marés, a vegetação cede
lugar a extensões nuas e extremamente salgadas chamadas tanne, como
perto da localidade de Voh, onde a natureza desenhou essa clareira em
forma de coração estilizado."
Fonte: Yann Arthus- Bertrand (A terra vista do céu)
Volta ao mundo (1)
Boabás ou embondeiros em Madagáscar
“Madagáscar é um país africano que compreende a Ilha de Madagáscar e
algumas ilhas próximas. Está situado ao largo da costa de Moçambique, da qual
está separado pelo Canal de Moçambique. A sua capital é a cidade de Antananarivo.”
“Os baobás, embondeiros, imbondeiros ou calabaceiras (Adansónia) são
um gênero de árvore com oito espécies, nativas da ilha de Madagáscar (o maior
centro de diversidade, com seis espécies), do continente africano e da
Austrália (com uma espécie em cada). O baobá é a árvore nacional de Madagáscar
e o emblema nacional do Senegal.”
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