«As geografias – disse o geógrafo – são os livros mais sérios que há. Nunca passam de moda. É raríssimo que uma montanha mude de lugar. É raríssimo que um mar se esvazie. Nós só descrevemos coisas eternas.» Antoine de Saint-Exupéry em “O Principezinho” (1946)
terça-feira, 5 de maio de 2015
quinta-feira, 30 de abril de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Infográfico: Da mais alta montanha à maior profundidade oceânica
quarta-feira, 8 de abril de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
Mulheres, procuram-se!
Faltam mulheres na China, milhões de chineses não têm com
quem casar
Persistentes "tradições feudais" e três décadas de
rígido controlo da natalidade geraram na China um excedente de 33 milhões de
homens, envolvendo o país num drama social de consequências imprevisíveis.
As estatísticas oficiais falam por si: no final de 2014, a
China tinha cerca de 700 milhões de homens e 667 milhões de mulheres e a
diferença, à nascença, era de 115,8 rapazes por 100 raparigas.
Aquela desproporção, que há dez anos atingiu 121 por 100,
está a diminuir, mas continua muito acima da média global de 103 a 107 por 100.
Neste aspeto, a China é mesmo considerada o país mais
desequilibrado do mundo.
Em 2020, entre a população dos 25 aos 34 anos de idade,
haverá mais treze milhões de homens do que mulheres, indicam algumas projeções.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Alqueva bate recordes mundiais de produtividade por hectare
As terras regadas com água de Alqueva produzem mais milho,
beterraba, tomate, azeitona, melão, uva de mesa, bróculo e luzerna por hectare,
que qualquer outra zona agrícola do mundo.
Alqueva está a bater recordes mundiais de produtividade por
hectare, pelo menos em oito categorias de produtos.
Milho, beterraba, tomate, azeitona, melão, uva de mesa,
bróculo e luzerna rendem, em certos casos, três vezes mais que no resto do
mundo, em termos médios, se forem produzidos em Alqueva.
O Expresso cruzou dados do INE e da FAO (Nações Unidas) com
a informação da EDIA, que gere o regadio de Alqueva - e também com testemunhos
de alguns produtores - e o resultado é surpreendente: média de 14 toneladas de
milho/hectare contra 5,5 toneladas a nível mundial. 100 toneladas de tomate
contra 33,6 toneladas para o resto do mundo ou ainda 30 toneladas de uva de
mesa em comparação com 9,6 toneladas a nível global.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Londres inaugura a maior ponte solar do mundo com painéis Panasonic
Janeiro de 2014 marca a inauguração da maior ponte solar do
mundo. Localizada em Londres, a Ponte Ferroviária de Blackfriars foi coberta
por 4.400 painéis fotovoltaicos HIT da Panasonic, capazes de fornecer metade da
energia elétrica consumida pela estação de Blackfriars.
Ver o artigo completo em http://www.techenet.com/2014/02/londres-inaugura-a-maior-ponte-solar-do-mundo-com-paineis-panasonic/
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Políticas Demográficas
Etiquetas:
8º Ano,
Políticas Demográficas
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Yakutsk: a cidade mais fria do mundo
"A -5°C, o frio é bastante refrescante e um gorro ou chapéu e um cachecol são suficientes para se manter quente. A -20°C, a humidade das narinas congela e o ar é tão frio que é quase impossível não tossir. A -35°C, o ar é frio o suficiente para anestesiar a pele e as extremidades corporais. A -45°C utilizar óculos torna-se complicado: o metal adere à cara e quanto tentar removê-los sentirá quase que está a arrancar a própria carne.
É exactamente isto que acontece no Inverno aos habitantes da cidade de Yakutsk, na Rússia. Yakutsk é uma cidade remota no leste da Sibéria e é considerada a mais fria do mundo. A cerca de cinco mil quilómetros de Moscovo, a cidade foi fundada em 1632 pelos Cossacos e impõe aos seus habitantes condições extremas de vida. Ainda assim, Yakutsk tem uma população de de 270 mil habitantes, cerca de um quarto da população total da Sibéria. No Inverno, as temperaturas podem descer abaixo dos 40°C negativos – a temperatura mais baixa registada foi de -64°C). No verão as temperaturas ultrapassam frequentemente os 30°C positivos.
Durante o Inverno, Yakutsk fica envolta num denso manto de nevoeiro gelado que restringe a visibilidade e poucos metros. Apesar das temperaturas extremas, quer de Inverno quer de verão, Yakutsk alberga uma importante indústria alimentar, bem como curtumes, serralharias, fábricas de materiais de construção e o Yakutsk Permafrost Institute, que se dedica ao estudo das soluções para os sérios problemas que a indústria da construção enfrenta nos solos gelados.
Mas há uma razão mais importante para que Yakutsk seja habitada: a cidade é um importante centro de extracção de diamantes, fornecendo um quinto da produção mundial do mineral precioso. Valerá a pena tanto sacrifício do bem-estar da população?"
É exactamente isto que acontece no Inverno aos habitantes da cidade de Yakutsk, na Rússia. Yakutsk é uma cidade remota no leste da Sibéria e é considerada a mais fria do mundo. A cerca de cinco mil quilómetros de Moscovo, a cidade foi fundada em 1632 pelos Cossacos e impõe aos seus habitantes condições extremas de vida. Ainda assim, Yakutsk tem uma população de de 270 mil habitantes, cerca de um quarto da população total da Sibéria. No Inverno, as temperaturas podem descer abaixo dos 40°C negativos – a temperatura mais baixa registada foi de -64°C). No verão as temperaturas ultrapassam frequentemente os 30°C positivos.
Durante o Inverno, Yakutsk fica envolta num denso manto de nevoeiro gelado que restringe a visibilidade e poucos metros. Apesar das temperaturas extremas, quer de Inverno quer de verão, Yakutsk alberga uma importante indústria alimentar, bem como curtumes, serralharias, fábricas de materiais de construção e o Yakutsk Permafrost Institute, que se dedica ao estudo das soluções para os sérios problemas que a indústria da construção enfrenta nos solos gelados.
Mas há uma razão mais importante para que Yakutsk seja habitada: a cidade é um importante centro de extracção de diamantes, fornecendo um quinto da produção mundial do mineral precioso. Valerá a pena tanto sacrifício do bem-estar da população?"
Green Savers
Publicado em 25 de Janeiro de 2014.
Publicado em 25 de Janeiro de 2014.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
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