quinta-feira, 12 de julho de 2012

Túneis pouco usuais


1. Túnel Torre, Japão
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2. Túnel Tronco, California, EUA


3. Túnel do Amor, Ucrânia

4. Túnel Rocha, California, EUA

5. Túnel do Peixe, Espanha


6. O Túnel  "L", Illinois, EUA


7. Túnel Natural, Virginia, EUA

8. Túnel Guoliang, China


Fonte: THE WORLD GEOGRAPHY

National Geographic pictures 2011

  

Estratégias para travar o aumento populacional


No Dia Mundial da População (11 de junho), o Worldwatch Institute (EUA) faz nove propostas ambiciosas para evitar que os habitantes da Terra cresçam de sete para nove mil milhões em 2050.


Eis as nove estratégias que poderão colocar a população mundial num padrão de crescimento ambientalmente sustentável:

 1. Garantir acesso universal a opções contraceptivas seguras e efectivas para ambos os sexos.

 2. Garantir o acesso à educação secundária a todos, em especial as raparigas.

 3. Erradicar a discriminação baseada no género das leis, das oportunidades económicas, dos sistemas de saúde e da cultura.

 4. Oferecer educação sexual apropriada à idade para todos os estudantes.

 5. Acabar com todas as políticas que recompensam financeiramente os pais com base no número de filhos. Os governos podem manter ou até aumentar os benefícios fiscais e financeiros aos pais, só que não os devem ligar ao número de filhos mas ao próprio estatuto de maternidade e de paternidade.

 6. Integrar lições sobre população, ambiente e desenvolvimento nos currículos escolares a vários níveis.

 7. Atribuir preços aos custos e impactos ambientais de um membro adicional numa família. Ao quantificar estes custos calculando impostos e gastos adicionais na alimentação, os casais podem concluir que o custo de terem mais um filho é demasiado alto, comparado com os benefícios de uma família mais pequena, e decidir de livre vontade não alargar a família.

 8. Adaptar a sociedade a uma população com maior esperança de vida, dando acesso ao mercado de trabalho aos mais velhos, em vez de promover a natalidade através de incentivos e programas governamentais.

 9. Convencer os líderes políticos a assumirem um compromisso para estabilizar o crescimento da população, através do exercício dos Direitos Humanos e da promoção do desenvolvimento humano.

Virgílio Azevedo (www.expresso.pt)

Uma solução para o crescimento populacional?


Cartógrafos notáveis e os seus mapas

 Al Idrisi (Tabula Rogeriana, 1154)



 Eratosthenes (1883 Reconconstruction of Erasthone's World Map by E.H. Bunbury)



 Fra Mauro (Fra Mauro's World Map)



 Gerardus Mercator (Mercator's Map of the World, 1569)



 Henry Pelham (A Plan of Boston in New England with Its Environs, 1777)



 Nicolas de Fer (Planisphere Celeste Meridionale, 1705)



Ptolemy (World Map by Ptolemy from 150 CE (redrawn in the 15th century). From the British Library Harley MS 7182, ff 58v-59)

quarta-feira, 11 de julho de 2012

A Terra vista do céu



CORAÇÃO DE VOH EM 1990, NOVA CALEDÔNIA, FRANÇA

"O manguezal, floresta semiterrestre e semiaquática, desenvolve-se nos solos lodosos tropicais expostos às alternâncias de marés. Constituído por diversas plantas halófitas (capazes de viver em solos salgados), com uma predominância de mangues, ele reveste quase 1/4 dos litorais tropicais e cobre cerca de 15 milhões de hectares no mundo. Esse meio frágil recua continuamente diante da excessiva exploração de recursos, da expansão agrícola e urbana, do desenvolvimento das criações de camarões e da poluição. Contudo, o manguezal ainda é indispensável à fauna marinha e ao equilíbrio do litoral, assim como à economia local. A Nova Caledônia, conjunto de ilhas do Pacífico que cobre 18.575km2, conta com 200km2 de um manguezal bastante baixo (8 a 10m de altura) mas muito denso, principalmente na costa oeste da Grande-Terre, ilha mais importante do arquipélago neocaledônio. No interior das terras, onde a água marinha só penetra no momento das grandes marés, a vegetação cede lugar a extensões nuas e extremamente salgadas chamadas tanne, como perto da localidade de Voh, onde a natureza desenhou essa clareira em forma de coração estilizado."

Fonte: Yann Arthus- Bertrand (A terra vista do céu)


Portugal de Norte s Sul (4)


Piódão

"Piódão é uma freguesia portuguesa do concelho de Arganil, com 36,36 km² de área e 178 habitantes (2011). Densidade: 4,9 hab/km².
A aldeia, de Piódão, situa-se numa encosta da Serra do Açor. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, teto coberto com lajes e portas e janelas de madeira pintada de azul. O aspeto que a luz artificial lhe confere, durante a noite, conjugado pela disposição das casas fez com que recebesse a denominação de “Aldeia Presépio”.
Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e em alguns casos à apicultura."

Map Bags









Volta ao mundo (1)


Boabás ou embondeiros em Madagáscar

Madagáscar é um país africano que compreende a Ilha de Madagáscar e algumas ilhas próximas. Está situado ao largo da costa de Moçambique, da qual está separado pelo Canal de Moçambique. A sua capital é a cidade de Antananarivo.”

Os baobás, embondeiros, imbondeiros ou calabaceiras (Adansónia) são um gênero de árvore com oito espécies, nativas da ilha de Madagáscar (o maior centro de diversidade, com seis espécies), do continente africano e da Austrália (com uma espécie em cada). O baobá é a árvore nacional de Madagáscar e o emblema nacional do Senegal.”

terça-feira, 10 de julho de 2012

O mundo em palavras





Decoração com motivos geográficos







Mapas ilustrados de Linzie Hunter






Os 9 lugares mais quentes do planeta

1 – Wadi Halfa, no Sudão – 53°C
Esse vale seco no topo do Sudão encontra-se na fronteira com o Egito. Em abril de 1967, a cidade de 15.000 habitantes atingiu uma temperatura de 53 graus Celsius. Enquanto o clima no norte do Sudão é geralmente muito seco, há momentos em que o ar úmido do sul pode chegar à fronteira e causar tempestades de poeira violentas, conhecidas como “haboob” (o ar úmido e instável forma trovoadas no calor da tarde). O fluxo inicial do ar de uma tempestade que se aproxima produz uma enorme parede amarela de areia e argila que pode, temporariamente, reduzir a visibilidade à zero.
2 – Ahwaz, Irã – 53°C
Ahwaz encontra-se em um deserto pouco acima do nível do mar, e quase nunca chove por lá. Durante julho, a alta média é de 47°C, quente o suficiente para fazer com que os milhões de residentes da cidade liguem os ventiladores. Ahwaz é um lugar onde a sesta é levada muito a sério: a fim de escapar do calor opressivo da tarde, lojas e empresas fecham cerca de meio-dia e reabrem por algumas horas após as seis.
3 – Tirat Tsvi, Israel – 54°C
O lugar mais quente da Ásia é a pequena Tirat Tsvi (população: 642), que registrou uma temperatura de 54 graus Celsius em junho de 1942. A cidade fica 220 metros abaixo do nível do mar. Apesar de seu clima formidável, é o local onde mais crescem árvores em Israel: 18.000.
4 – Araouane, Mali – 54,4°C
Araouane é uma pequena aldeia subsaariana que apenas 300 famílias chamam de lar. O deserto circundante é completamente estéril e um vento seco conhecido como “Harmattan” golpeia partículas finas de areia que podem obscurecer a visibilidade e se agrupar nas laterais dos edifícios. Araouane não recebe chuva suficiente para plantações, e a aldeia é dependente do comércio, caravanas que hoje movem blocos de sal de minas que se encontram ao norte. A temperatura neste ponto remoto atingiu 54,4 graus Celsius no verão de 1945.
5 – Timbuktu, Mali – 54,5°C
A cidade mais conhecida por ser no meio do nada – Timbuktu – é também um lugar muito quente. Timbuktu fica no extremo sul do deserto do Saara, alguns quilômetros ao norte do rio Níger. A cidade está rodeada por dunas de areia e suas ruas são muitas vezes cobertas de areia. Com uma alta registrada de 54,5 graus Celsius, Timbuktu é um dos lugares mais quentes do mundo. No mês de maio, máxima média de 42,2 graus Celsius não é incomum. Mesmo os meses de inverno apresentam altas de mais de 30 graus Celsius. Uma população de mais de 40.000 pessoas lutam contra esse calor com roupas desenhadas para afastar o pior do clima.
6 – Kebili, Tunísia – 55°C
Embora seja quente demais, Kebili é realmente um oásis no deserto. As 18.000 pessoas que chamam o lugar de cidade natal enfrentam ondas de calor com temperaturas superiores a 55 graus Celsius. Como a história de Kebili remonta a mais de 200.000 anos, muitos dos habitantes locais passaram adiante métodos destinados a sobreviver nos dias insuportavelmente quentes. Eles estocam água e se esforçam para manter uma temperatura corporal relativamente constante.
7 – Ghadames, Líbia – 55°C
Ghadames é outro oásis no meio de um deserto. A população berbere nativa de cerca de 7.000 habitantes vive em casas feitas com paredes grossas de lama, cal, e troncos de árvores que ajudam a protegê-los do calor abrasador, especialmente no verão. Os telhados das casas são interligados, e muitas das ruas são cobertas, permitindo maior sombra, privacidade e segurança. A cidade é tão icônica que está listada como Patrimônio Mundial da UNESCO. A paisagem se assemelha ao planeta “Tatooine”, do filme Star Wars, e a habitação da área se estende do século 6.
8 – Death Valley (Vale da Morte), Estados Unidos – 56,6°C
Death Valley é o vale mais seco e mais baixo dos Estados Unidos, condições que se somam a algumas temperaturas extremas. Em 10 de julho de 1913, os termômetros registraram 56,6 graus Celsius, a temperatura mais alta já medida nos Estados Unidos. Durante aquela semana, cinco dias seguidos marcaram 53 graus Celsius ou mais. Anteriormente, lá ficava o centro de operações de mineração de uma companhia, que arrastava minerais com mulas através do deserto de Mojave. Hoje, a maioria dos alojamentos em Death Valley é desligada quando a temperatura se eleva a 51 graus Celsius.
9 – El Azizia, Líbia – 58°C
A temperatura mais quente já registrada na Terra foi em El Azizia, na Líbia, onde um calor de 58 graus Celsius fez seu caminho aos livros de história em 13 de setembro de 1922. Dois dias de ventos quentes precederam a marca. Alguns especialistas argumentam que o calor latente pode ter sido adicionado à massa de ar devido à chuva ao sul de El Azizia. Ainda assim, as previsões dizem que as temperaturas lá são de cerca de 56 graus Celsius, não muito diferente para as 300.000 pessoas que fazem dessa cidade a sua casa.
Fonte: http://hypescience.com

Cultura de milho geneticamente modificado aumentou 59% em 2011

"A cultura de milho geneticamente modificado (OGM) registou, no ano passado, um significativo crescimento em Portugal, cobrindo uma área de 7724 hectares, mais 59% face à superfície plantada em 2010, cerca de 4900 hectares, revela um estudo elaborado pelo Ministério da Agricultura.
A maior adesão a esta prática, salienta o documento, verificou-se na região do Alentejo, onde a cultura quase duplicou (mais 90%) relativamente a 2010. Na zona de Lisboa e Vale do Tejo, o aumento foi superior a 51%. Na ilha de S. Miguel, nos Açores, em 2011 apareceram pela primeira vez campos cultivados com milho transgénico, numa extensão ainda embrionária, de cerca de 2,5 hectares."

Fonte: Jornal "Público" 10.07.2012

Anthropocene: alterações na paisagem terrestre entre 1750-2012

    
"Welcome to the Antropoceno" é um filme sobre o estado do planeta. Uma viagem de 3 minutos ao longo dos últimos 250 anos de nossa história, desde o início da Revolução Industrial até à Cimeira Rio+20 (2012). O filme traça o crescimento da humanidade em uma força global em uma escala equivalente para os principais processos geológicos."