«As geografias – disse o geógrafo – são os livros mais sérios que há. Nunca passam de moda. É raríssimo que uma montanha mude de lugar. É raríssimo que um mar se esvazie. Nós só descrevemos coisas eternas.» Antoine de Saint-Exupéry em “O Principezinho” (1946)
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Cartógrafos notáveis e os seus mapas
Al Idrisi (Tabula Rogeriana, 1154)
Eratosthenes (1883 Reconconstruction of Erasthone's World Map by E.H. Bunbury)
Fra Mauro (Fra Mauro's World Map)
Gerardus Mercator (Mercator's Map of the World, 1569)
Henry Pelham (A Plan of Boston in New England with Its Environs, 1777)
Nicolas de Fer (Planisphere Celeste Meridionale, 1705)
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A Terra vista do céu
CORAÇÃO DE VOH EM 1990, NOVA CALEDÔNIA, FRANÇA
"O
manguezal, floresta semiterrestre e semiaquática, desenvolve-se nos
solos lodosos tropicais expostos às alternâncias de marés. Constituído
por diversas plantas halófitas (capazes de viver em solos salgados), com
uma predominância de mangues, ele reveste quase 1/4 dos litorais
tropicais e cobre cerca de 15 milhões de hectares no mundo. Esse meio
frágil recua continuamente diante da excessiva exploração de recursos,
da expansão agrícola e urbana, do desenvolvimento das criações de
camarões e da poluição. Contudo, o manguezal ainda é indispensável à
fauna marinha e ao equilíbrio do litoral, assim como à economia local. A
Nova Caledônia, conjunto de ilhas do Pacífico que cobre 18.575km2,
conta com 200km2 de um manguezal bastante baixo (8 a 10m de altura) mas
muito denso, principalmente na costa oeste da Grande-Terre, ilha mais
importante do arquipélago neocaledônio. No interior das terras, onde a
água marinha só penetra no momento das grandes marés, a vegetação cede
lugar a extensões nuas e extremamente salgadas chamadas tanne, como
perto da localidade de Voh, onde a natureza desenhou essa clareira em
forma de coração estilizado."
Fonte: Yann Arthus- Bertrand (A terra vista do céu)
Portugal de Norte s Sul (4)
Piódão
"Piódão é uma freguesia portuguesa do concelho de
Arganil, com 36,36 km² de área e 178 habitantes (2011). Densidade: 4,9 hab/km².
A aldeia, de Piódão, situa-se numa encosta da Serra
do Açor. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, teto coberto
com lajes e portas e janelas de madeira pintada de azul. O aspeto que a luz
artificial lhe confere, durante a noite, conjugado pela disposição das casas
fez com que recebesse a denominação de “Aldeia Presépio”.
Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura
(milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e em
alguns casos à apicultura."
Map Bags
Volta ao mundo (1)
Boabás ou embondeiros em Madagáscar
“Madagáscar é um país africano que compreende a Ilha de Madagáscar e
algumas ilhas próximas. Está situado ao largo da costa de Moçambique, da qual
está separado pelo Canal de Moçambique. A sua capital é a cidade de Antananarivo.”
“Os baobás, embondeiros, imbondeiros ou calabaceiras (Adansónia) são
um gênero de árvore com oito espécies, nativas da ilha de Madagáscar (o maior
centro de diversidade, com seis espécies), do continente africano e da
Austrália (com uma espécie em cada). O baobá é a árvore nacional de Madagáscar
e o emblema nacional do Senegal.”
terça-feira, 10 de julho de 2012
Decoração com motivos geográficos
Mapas ilustrados de Linzie Hunter
Os 9 lugares mais quentes do planeta
1 – Wadi Halfa, no Sudão – 53°C

Esse vale seco no topo do Sudão encontra-se na fronteira com o Egito.
Em abril de 1967, a cidade de 15.000 habitantes atingiu uma temperatura
de 53 graus Celsius. Enquanto o clima no norte do Sudão é geralmente
muito seco, há momentos em que o ar úmido do sul pode chegar à fronteira
e causar tempestades de poeira violentas, conhecidas como “haboob” (o
ar úmido e instável forma trovoadas no calor da tarde). O fluxo inicial
do ar de uma tempestade que se aproxima produz uma enorme parede amarela
de areia e argila que pode, temporariamente, reduzir a visibilidade à
zero.
2 – Ahwaz, Irã – 53°C

Ahwaz encontra-se em um deserto pouco acima do nível do mar, e quase
nunca chove por lá. Durante julho, a alta média é de 47°C, quente o
suficiente para fazer com que os milhões de residentes da cidade liguem
os ventiladores. Ahwaz é um lugar onde a sesta é levada muito a sério: a
fim de escapar do calor opressivo da tarde, lojas e empresas fecham
cerca de meio-dia e reabrem por algumas horas após as seis.
3 – Tirat Tsvi, Israel – 54°C

O lugar mais quente da Ásia é a pequena Tirat Tsvi (população: 642),
que registrou uma temperatura de 54 graus Celsius em junho de 1942. A
cidade fica 220 metros abaixo do nível do mar. Apesar de seu clima
formidável, é o local onde mais crescem árvores em Israel: 18.000.
4 – Araouane, Mali – 54,4°C

Araouane é uma pequena aldeia subsaariana que apenas 300 famílias
chamam de lar. O deserto circundante é completamente estéril e um vento
seco conhecido como “Harmattan” golpeia partículas finas de areia que
podem obscurecer a visibilidade e se agrupar nas laterais dos edifícios.
Araouane não recebe chuva suficiente para plantações, e a aldeia é
dependente do comércio, caravanas que hoje movem blocos de sal de minas
que se encontram ao norte. A temperatura neste ponto remoto atingiu 54,4
graus Celsius no verão de 1945.
5 – Timbuktu, Mali – 54,5°C

A cidade mais conhecida por ser no meio do nada – Timbuktu – é também
um lugar muito quente. Timbuktu fica no extremo sul do deserto do
Saara, alguns quilômetros ao norte do rio Níger. A cidade está rodeada
por dunas de areia e suas ruas são muitas vezes cobertas de areia. Com
uma alta registrada de 54,5 graus Celsius, Timbuktu é um dos lugares
mais quentes do mundo. No mês de maio, máxima média de 42,2 graus
Celsius não é incomum. Mesmo os meses de inverno apresentam altas de
mais de 30 graus Celsius. Uma população de mais de 40.000 pessoas lutam
contra esse calor com roupas desenhadas para afastar o pior do clima.
6 – Kebili, Tunísia – 55°C

Embora seja quente demais, Kebili é realmente um oásis no deserto. As
18.000 pessoas que chamam o lugar de cidade natal enfrentam ondas de
calor com temperaturas superiores a 55 graus Celsius. Como a história de
Kebili remonta a mais de 200.000 anos, muitos dos habitantes locais
passaram adiante métodos destinados a sobreviver nos dias
insuportavelmente quentes. Eles estocam água e se esforçam para manter
uma temperatura corporal relativamente constante.
7 – Ghadames, Líbia – 55°C

Ghadames é outro oásis no meio de um deserto. A população berbere
nativa de cerca de 7.000 habitantes vive em casas feitas com paredes
grossas de lama, cal, e troncos de árvores que ajudam a protegê-los do
calor abrasador, especialmente no verão. Os telhados das casas são
interligados, e muitas das ruas são cobertas, permitindo maior sombra,
privacidade e segurança. A cidade é tão icônica que está listada como
Patrimônio Mundial da UNESCO. A paisagem se assemelha ao planeta
“Tatooine”, do filme Star Wars, e a habitação da área se estende do
século 6.
8 – Death Valley (Vale da Morte), Estados Unidos – 56,6°C

Death Valley é o vale mais seco e mais baixo dos Estados Unidos,
condições que se somam a algumas temperaturas extremas. Em 10 de julho
de 1913, os termômetros registraram 56,6 graus Celsius, a temperatura
mais alta já medida nos Estados Unidos. Durante aquela semana, cinco
dias seguidos marcaram 53 graus Celsius ou mais. Anteriormente, lá
ficava o centro de operações de mineração de uma companhia, que
arrastava minerais com mulas através do deserto de Mojave. Hoje, a
maioria dos alojamentos em Death Valley é desligada quando a temperatura
se eleva a 51 graus Celsius.
9 – El Azizia, Líbia – 58°C

A temperatura mais quente já registrada na Terra foi em El Azizia, na
Líbia, onde um calor de 58 graus Celsius fez seu caminho aos livros de
história em 13 de setembro de 1922. Dois dias de ventos quentes
precederam a marca. Alguns especialistas argumentam que o calor latente
pode ter sido adicionado à massa de ar devido à chuva ao sul de El
Azizia. Ainda assim, as previsões dizem que as temperaturas lá são de
cerca de 56 graus Celsius, não muito diferente para as 300.000 pessoas
que fazem dessa cidade a sua casa.
Fonte: http://hypescience.com
Cultura de milho geneticamente modificado aumentou 59% em 2011
"A cultura de milho geneticamente modificado (OGM)
registou, no ano passado, um significativo crescimento em Portugal,
cobrindo uma área de 7724 hectares, mais 59% face à superfície plantada
em 2010, cerca de 4900 hectares, revela um estudo elaborado pelo
Ministério da Agricultura.
A maior adesão a esta prática, salienta o documento, verificou-se na
região do Alentejo, onde a cultura quase duplicou (mais 90%)
relativamente a 2010. Na zona de Lisboa e Vale do Tejo, o aumento foi
superior a 51%. Na ilha de S. Miguel, nos Açores, em 2011 apareceram
pela primeira vez campos cultivados com milho transgénico, numa extensão
ainda embrionária, de cerca de 2,5 hectares."
Fonte: Jornal "Público" 10.07.2012
Anthropocene: alterações na paisagem terrestre entre 1750-2012
"Welcome to the Antropoceno" é um filme sobre o estado do planeta.
Uma viagem de 3 minutos ao longo dos últimos 250 anos de nossa história, desde o início da Revolução Industrial até à Cimeira Rio+20 (2012).
O filme traça o crescimento da humanidade em uma força global em uma escala equivalente para os principais processos geológicos."
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Portugal de Norte a Sul (3)
São Cristóvão do Douro
São Cristóvão do Douro é uma freguesia portuguesa do
concelho de Sabrosa, com uma área de 2,97 km² e 160 habitantes (2011).
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