«As geografias – disse o geógrafo – são os livros mais sérios que há. Nunca passam de moda. É raríssimo que uma montanha mude de lugar. É raríssimo que um mar se esvazie. Nós só descrevemos coisas eternas.» Antoine de Saint-Exupéry em “O Principezinho” (1946)
terça-feira, 10 de julho de 2012
Mapas ilustrados de Linzie Hunter
Os 9 lugares mais quentes do planeta
1 – Wadi Halfa, no Sudão – 53°C

Esse vale seco no topo do Sudão encontra-se na fronteira com o Egito.
Em abril de 1967, a cidade de 15.000 habitantes atingiu uma temperatura
de 53 graus Celsius. Enquanto o clima no norte do Sudão é geralmente
muito seco, há momentos em que o ar úmido do sul pode chegar à fronteira
e causar tempestades de poeira violentas, conhecidas como “haboob” (o
ar úmido e instável forma trovoadas no calor da tarde). O fluxo inicial
do ar de uma tempestade que se aproxima produz uma enorme parede amarela
de areia e argila que pode, temporariamente, reduzir a visibilidade à
zero.
2 – Ahwaz, Irã – 53°C

Ahwaz encontra-se em um deserto pouco acima do nível do mar, e quase
nunca chove por lá. Durante julho, a alta média é de 47°C, quente o
suficiente para fazer com que os milhões de residentes da cidade liguem
os ventiladores. Ahwaz é um lugar onde a sesta é levada muito a sério: a
fim de escapar do calor opressivo da tarde, lojas e empresas fecham
cerca de meio-dia e reabrem por algumas horas após as seis.
3 – Tirat Tsvi, Israel – 54°C

O lugar mais quente da Ásia é a pequena Tirat Tsvi (população: 642),
que registrou uma temperatura de 54 graus Celsius em junho de 1942. A
cidade fica 220 metros abaixo do nível do mar. Apesar de seu clima
formidável, é o local onde mais crescem árvores em Israel: 18.000.
4 – Araouane, Mali – 54,4°C

Araouane é uma pequena aldeia subsaariana que apenas 300 famílias
chamam de lar. O deserto circundante é completamente estéril e um vento
seco conhecido como “Harmattan” golpeia partículas finas de areia que
podem obscurecer a visibilidade e se agrupar nas laterais dos edifícios.
Araouane não recebe chuva suficiente para plantações, e a aldeia é
dependente do comércio, caravanas que hoje movem blocos de sal de minas
que se encontram ao norte. A temperatura neste ponto remoto atingiu 54,4
graus Celsius no verão de 1945.
5 – Timbuktu, Mali – 54,5°C

A cidade mais conhecida por ser no meio do nada – Timbuktu – é também
um lugar muito quente. Timbuktu fica no extremo sul do deserto do
Saara, alguns quilômetros ao norte do rio Níger. A cidade está rodeada
por dunas de areia e suas ruas são muitas vezes cobertas de areia. Com
uma alta registrada de 54,5 graus Celsius, Timbuktu é um dos lugares
mais quentes do mundo. No mês de maio, máxima média de 42,2 graus
Celsius não é incomum. Mesmo os meses de inverno apresentam altas de
mais de 30 graus Celsius. Uma população de mais de 40.000 pessoas lutam
contra esse calor com roupas desenhadas para afastar o pior do clima.
6 – Kebili, Tunísia – 55°C

Embora seja quente demais, Kebili é realmente um oásis no deserto. As
18.000 pessoas que chamam o lugar de cidade natal enfrentam ondas de
calor com temperaturas superiores a 55 graus Celsius. Como a história de
Kebili remonta a mais de 200.000 anos, muitos dos habitantes locais
passaram adiante métodos destinados a sobreviver nos dias
insuportavelmente quentes. Eles estocam água e se esforçam para manter
uma temperatura corporal relativamente constante.
7 – Ghadames, Líbia – 55°C

Ghadames é outro oásis no meio de um deserto. A população berbere
nativa de cerca de 7.000 habitantes vive em casas feitas com paredes
grossas de lama, cal, e troncos de árvores que ajudam a protegê-los do
calor abrasador, especialmente no verão. Os telhados das casas são
interligados, e muitas das ruas são cobertas, permitindo maior sombra,
privacidade e segurança. A cidade é tão icônica que está listada como
Patrimônio Mundial da UNESCO. A paisagem se assemelha ao planeta
“Tatooine”, do filme Star Wars, e a habitação da área se estende do
século 6.
8 – Death Valley (Vale da Morte), Estados Unidos – 56,6°C

Death Valley é o vale mais seco e mais baixo dos Estados Unidos,
condições que se somam a algumas temperaturas extremas. Em 10 de julho
de 1913, os termômetros registraram 56,6 graus Celsius, a temperatura
mais alta já medida nos Estados Unidos. Durante aquela semana, cinco
dias seguidos marcaram 53 graus Celsius ou mais. Anteriormente, lá
ficava o centro de operações de mineração de uma companhia, que
arrastava minerais com mulas através do deserto de Mojave. Hoje, a
maioria dos alojamentos em Death Valley é desligada quando a temperatura
se eleva a 51 graus Celsius.
9 – El Azizia, Líbia – 58°C

A temperatura mais quente já registrada na Terra foi em El Azizia, na
Líbia, onde um calor de 58 graus Celsius fez seu caminho aos livros de
história em 13 de setembro de 1922. Dois dias de ventos quentes
precederam a marca. Alguns especialistas argumentam que o calor latente
pode ter sido adicionado à massa de ar devido à chuva ao sul de El
Azizia. Ainda assim, as previsões dizem que as temperaturas lá são de
cerca de 56 graus Celsius, não muito diferente para as 300.000 pessoas
que fazem dessa cidade a sua casa.
Fonte: http://hypescience.com
Cultura de milho geneticamente modificado aumentou 59% em 2011
"A cultura de milho geneticamente modificado (OGM)
registou, no ano passado, um significativo crescimento em Portugal,
cobrindo uma área de 7724 hectares, mais 59% face à superfície plantada
em 2010, cerca de 4900 hectares, revela um estudo elaborado pelo
Ministério da Agricultura.
A maior adesão a esta prática, salienta o documento, verificou-se na
região do Alentejo, onde a cultura quase duplicou (mais 90%)
relativamente a 2010. Na zona de Lisboa e Vale do Tejo, o aumento foi
superior a 51%. Na ilha de S. Miguel, nos Açores, em 2011 apareceram
pela primeira vez campos cultivados com milho transgénico, numa extensão
ainda embrionária, de cerca de 2,5 hectares."
Fonte: Jornal "Público" 10.07.2012
Anthropocene: alterações na paisagem terrestre entre 1750-2012
"Welcome to the Antropoceno" é um filme sobre o estado do planeta.
Uma viagem de 3 minutos ao longo dos últimos 250 anos de nossa história, desde o início da Revolução Industrial até à Cimeira Rio+20 (2012).
O filme traça o crescimento da humanidade em uma força global em uma escala equivalente para os principais processos geológicos."
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Portugal de Norte a Sul (3)
São Cristóvão do Douro
São Cristóvão do Douro é uma freguesia portuguesa do
concelho de Sabrosa, com uma área de 2,97 km² e 160 habitantes (2011).
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Meteorologia infalível
terça-feira, 3 de julho de 2012
Para que serve a geografia?
Procura no vídeo a legenda em português
Portugal de Norte a Sul (2)

Azenhas do Mar
"Azenhas do Mar é uma aldeia no litoral do concelho de
Sintra, freguesia de Colares. Desenvolvendo-se ao longo de uma ribeira/linha de
água que corre para o Atlântico e quebra as arribas da costa, e na qual
existiam azenhas (daí o nome), tem na base uma praia na qual existem uma
piscina oceânica."
10 razões para estudar geografia
Pessimismo ou realidade?
Portugal de Norte a Sul (1)
Carrazeda de Ansiães
"Carrazeda de Ansiães é uma vila de características rurais, sede de um concelho com 19 freguesias e com a área aproximada de 282,28km2. Pertence ao distrito de Bragança, situando-se para sudoeste deste, tendo o rio Tua até à Foz a limitá-lo para poente, e o rio Douro a Sul."
"Carrazeda de Ansiães é uma vila de características rurais, sede de um concelho com 19 freguesias e com a área aproximada de 282,28km2. Pertence ao distrito de Bragança, situando-se para sudoeste deste, tendo o rio Tua até à Foz a limitá-lo para poente, e o rio Douro a Sul."
Os seres humanos e o consumo
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Video sobre Portugal feito por norte-americano
Look Up at the Stars, Portugal!
O autor é norte-americano, chama-se Matthew Brown.
Trata-se de uma 'visual storytelling' (narrativas visuais): em vez dos video
turisticos habituais, reúne imagens dos países por onde passa
"O seu trabalho mais recente e mais aplaudido é um pequeno vídeo de
apenas 4 minutos sobre Portugal. Vejam que vale a pena: hoje e sempre
que vos apetecer sentir o que é ser português."
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