«As geografias – disse o geógrafo – são os livros mais sérios que há. Nunca passam de moda. É raríssimo que uma montanha mude de lugar. É raríssimo que um mar se esvazie. Nós só descrevemos coisas eternas.» Antoine de Saint-Exupéry em “O Principezinho” (1946)
sexta-feira, 29 de junho de 2012
O professor está sempre errado
Se é jovem, não tem experiência...
se é velho, está superado...
se não tem carro, é um coitado...
se tem carro, chora de "barriga cheia"...
se fala em voz alta, grita...
se fala em tom normal, ninguém o ouve...
se não falta às aulas, é um tontinho...
se falta, é um "turista"...
se conversa com outros professores, está a falar mal dos alunos...
se não conversa, é um desligado ...
se dá a matéria toda, não tem dó dos alunos ...
se não dá a matéria, não prepara os alunos...
se brinca com a turma, arma-se em engraçado...
se não brinca, é um chato...
se chama a atenção, é um autoritário...
se não chama, não se sabe impor...
se o teste de avaliação é longo, não dá tempo...
se o teste de avaliação é curto, tira as chances dos alunos...
se escreve muito, não explica...
se explica muito, o caderno não tem nada...
se fala correctamente, ninguém entende...
se fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário...
se o aluno é reprovado, foi perseguição...
se o aluno é aprovado, o professor facilitou.
É verdade, o professor está sempre errado!
Mas se conseguiu ler até aqui, agradeça-lhe a ele.A geografia é importante!
Viajar! Perder países!
Viajar! Perder
países!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!
Não pertencer nem a mim!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim,
E a ânsia de o conseguir!
Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.
Fernando Pessoa, 20/9/1933
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!
Não pertencer nem a mim!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim,
E a ânsia de o conseguir!
Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.
Fernando Pessoa, 20/9/1933
KONY 2012 - Documentário Legendado em Português
"Documentario produzido pelo grupo Invisible Children sobre o criminoso Joseph Kony, chefe do grupo rebelde L.R.A. que atua na Africa Central.
O filme faz parte da campanha KONY 2012 como parte do esforco para fazer com que Joseph Kony fique famoso, trazendo atencao das autoridades internacionais para que ele seja preso.
Joseph Kony e responsavel por sequestrar e torturar milhares de criancas por mais de 20 anos."
O filme faz parte da campanha KONY 2012 como parte do esforco para fazer com que Joseph Kony fique famoso, trazendo atencao das autoridades internacionais para que ele seja preso.
Joseph Kony e responsavel por sequestrar e torturar milhares de criancas por mais de 20 anos."
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Consciência sustentável
"Fuga de cérebros"
terça-feira, 19 de junho de 2012
Superpopulação é um mito?
segunda-feira, 18 de junho de 2012
20 anos depois da ECO 92
Agravamento global
"Passados 20 anos da Eco-92, foram realizadas 17 Conferências das Partes (COP) sobre mudanças climáticas, nove COPs sobre desertificação e outras dez sobre biodiversidade. Muitas promessas e medidas foram tomadas, mas os desequilíbrios climáticos se aceleraram, a biodiversidade regrediu e a desigualdade social no mundo escalou. Confira parte do que mudou nesses 20 anos, segundo informações dos documentos de referência destacados pela ONU para a Rio+20.
Emissões
As emissões globais de CO2 cresceram 36% de 1992 até hoje, passando de 22 bi para 30 bilhões de toneladas. O aumento foi mais intenso nos países em desenvolvimento, onde as emissões cresceram em média 64%. Apesar deste crescimento ter sido menor nos países ricos (8%), eles continuam respondendo pela maior parte das emissões: cerca de 10 vezes mais, em média, do que os países em desenvolvimento.
População
Desde 1992, a população mundial passou de 5,5 para 7 bilhões de habitantes. A maioria nasceu em países pobres e em desenvolvimento. Enquanto o crescimento populacional escalou 67% na Ásia Oriental e 53% na África neste período, na Europa a expansão foi de apenas 4%. De olho no crescimento da demanda, a ONU estima que serão necessários 50% mais comida, 45% mais energia e 30% mais água para abastecer a crescente população mundial até 2030.
Recursos naturais
O uso global de recursos naturais cresceu cerca de 40% de 1992 até hoje, atingindo 60 bilhões de toneladas. Entre os principais grupos de materiais explorados no período, destaque para o aumento no uso de minerais para uso industrial (80%) e na construção civil (60%). Neste último caso, a demanda por cimento cresceu de 1,1 bilhão para 3 bilhões de toneladas, enquanto o consumo de aço saltou de 720 milhões para 1,4 bilhão de toneladas desde 1992.
Aquecimento
Segundo rankings elaborados pelos principais centros de pesquisa climática do mundo, o planeta ficou mais quente. Nada menos que 18 dos últimos 21 anos figuraram na lista dos 20 mais quentes desde que a temperatura média do planeta começou a ser medida, em 1880.
Elevação dos mares
Entre 1992 e 2011, o nível do mar subiu cerca de 2,5 milímetros por ano. As principais causas dizem respeito não apenas ao derretimento das calotas polares no Ártico, na Antártica e na Groelândia. O aumento da temperatura média dos oceanos também resultou em expansão do volume da água dos mares.
Florestas
Cerca de 13 milhões de hectares de floresta foram convertidos anualmente para outros usos entre 2001 e 2010, contra uma média de 16 milhões de hectares anuais entre 1992 e 2000. Apesar das taxas de desmatamento terem diminuído, a escala da devastação ainda é brutal: algo como 300 milhões de campos de futebol em área equivalente de floresta desapareceram desde 1992.
Biodiversidade
Em média, nada menos que 52 espécies de vertebrados entraram, por ano, na lista de animais ameaçados de extinção desde 1992. O impacto sobre a biodiversidade foi especialmente maior nos trópicos, onde declinou em 30%. Atualmente, um quinto das espécies de vertebrados, 13% dos pássaros e 41% dos anfíbios são considerados “ameaçados”. Um quarto das espécies de plantas se enquadra no mesmo risco.
Plásticos
A quantidade de plásticos produzida globalmente saltou de 116 milhões de toneladas, em 1992, para 265 milhões de toneladas no ano passado. Trata-se de um crescimento de 130%. O uso per capita de plástico nas regiões mais desenvolvidos chegou a 100 quilos por pessoa, contra 20 quilos nos países em desenvolvimento.
Unidades de conservação
O número de unidades de conservação aumentou 42% no mundo desde 1992. Contudo, sua distribuição ainda é desigual e seu ritmo de expansão tem caído nos últimos anos, segundo a ONU. Atualmente, 13% da superfície terrestre são considerados protegidos. Este número cai para 7% se consideradas as regiões costeiras e para apenas 1,4% quando se trata dos oceanos.
Pobreza e desigualdade
Em 1992, 46% por cento da populacão mundial viviam em “absoluta pobreza”. Esse número caiu para 27% em 2005, com tendência de nova redução para 15% em 2015. Contudo, o avanço se deu pela exploração predatória dos recursos naturais e com aumento significativo da desigualdade, segundo a ONU. A diferença entre a renda básica média nos países ricos e pobres, por exemplo, aumentou em 20% desde 1992.
Desastres naturais
Apesar de alegar não haver comprovação científica de que os recentes desastres naturais se expandiram nas últimas duas décadas, a ONU reconhece que dobraram as notificações a esse respeito. O número de desastres naturais reportados saltou de 200 para 400 por ano desde 1992. Em 2011, 90% deles foram atribuídos a eventos climáticos críticos."
Emissões
As emissões globais de CO2 cresceram 36% de 1992 até hoje, passando de 22 bi para 30 bilhões de toneladas. O aumento foi mais intenso nos países em desenvolvimento, onde as emissões cresceram em média 64%. Apesar deste crescimento ter sido menor nos países ricos (8%), eles continuam respondendo pela maior parte das emissões: cerca de 10 vezes mais, em média, do que os países em desenvolvimento.
População
Desde 1992, a população mundial passou de 5,5 para 7 bilhões de habitantes. A maioria nasceu em países pobres e em desenvolvimento. Enquanto o crescimento populacional escalou 67% na Ásia Oriental e 53% na África neste período, na Europa a expansão foi de apenas 4%. De olho no crescimento da demanda, a ONU estima que serão necessários 50% mais comida, 45% mais energia e 30% mais água para abastecer a crescente população mundial até 2030.
Recursos naturais
O uso global de recursos naturais cresceu cerca de 40% de 1992 até hoje, atingindo 60 bilhões de toneladas. Entre os principais grupos de materiais explorados no período, destaque para o aumento no uso de minerais para uso industrial (80%) e na construção civil (60%). Neste último caso, a demanda por cimento cresceu de 1,1 bilhão para 3 bilhões de toneladas, enquanto o consumo de aço saltou de 720 milhões para 1,4 bilhão de toneladas desde 1992.
Aquecimento
Segundo rankings elaborados pelos principais centros de pesquisa climática do mundo, o planeta ficou mais quente. Nada menos que 18 dos últimos 21 anos figuraram na lista dos 20 mais quentes desde que a temperatura média do planeta começou a ser medida, em 1880.
Elevação dos mares
Entre 1992 e 2011, o nível do mar subiu cerca de 2,5 milímetros por ano. As principais causas dizem respeito não apenas ao derretimento das calotas polares no Ártico, na Antártica e na Groelândia. O aumento da temperatura média dos oceanos também resultou em expansão do volume da água dos mares.
Florestas
Cerca de 13 milhões de hectares de floresta foram convertidos anualmente para outros usos entre 2001 e 2010, contra uma média de 16 milhões de hectares anuais entre 1992 e 2000. Apesar das taxas de desmatamento terem diminuído, a escala da devastação ainda é brutal: algo como 300 milhões de campos de futebol em área equivalente de floresta desapareceram desde 1992.
Biodiversidade
Em média, nada menos que 52 espécies de vertebrados entraram, por ano, na lista de animais ameaçados de extinção desde 1992. O impacto sobre a biodiversidade foi especialmente maior nos trópicos, onde declinou em 30%. Atualmente, um quinto das espécies de vertebrados, 13% dos pássaros e 41% dos anfíbios são considerados “ameaçados”. Um quarto das espécies de plantas se enquadra no mesmo risco.
Plásticos
A quantidade de plásticos produzida globalmente saltou de 116 milhões de toneladas, em 1992, para 265 milhões de toneladas no ano passado. Trata-se de um crescimento de 130%. O uso per capita de plástico nas regiões mais desenvolvidos chegou a 100 quilos por pessoa, contra 20 quilos nos países em desenvolvimento.
Unidades de conservação
O número de unidades de conservação aumentou 42% no mundo desde 1992. Contudo, sua distribuição ainda é desigual e seu ritmo de expansão tem caído nos últimos anos, segundo a ONU. Atualmente, 13% da superfície terrestre são considerados protegidos. Este número cai para 7% se consideradas as regiões costeiras e para apenas 1,4% quando se trata dos oceanos.
Pobreza e desigualdade
Em 1992, 46% por cento da populacão mundial viviam em “absoluta pobreza”. Esse número caiu para 27% em 2005, com tendência de nova redução para 15% em 2015. Contudo, o avanço se deu pela exploração predatória dos recursos naturais e com aumento significativo da desigualdade, segundo a ONU. A diferença entre a renda básica média nos países ricos e pobres, por exemplo, aumentou em 20% desde 1992.
Desastres naturais
Apesar de alegar não haver comprovação científica de que os recentes desastres naturais se expandiram nas últimas duas décadas, a ONU reconhece que dobraram as notificações a esse respeito. O número de desastres naturais reportados saltou de 200 para 400 por ano desde 1992. Em 2011, 90% deles foram atribuídos a eventos climáticos críticos."
Vinícius Carvalho - redacao@revistaecologico.com.br
E mais outro! Isto já parece "moda"
Estados Unidos chocados:
Andorra não é um país africano?!?!?
De facto, isto não me surpreende. Vi um estudo que refere que cerca de 50% dos estado-unidenses não sabe localizar Nova Iorque no mapa.
Angela Merkel não sabe onde fica Berlim no mapa
«Quando decidiu participar numa aula leccionada numa escola
internacional de Berlim, Angela Merkel não terá imaginado que a sua
decisão culminaria num embaraço geográfico. Tudo porque, ao
tentar localizar a capital alemã num mapa europeu, a chanceller acabou
por colocar o marcador numa outra capital a da Rússia."
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Um dia na Terra
Um filme feito em todos os países do mundo no mesmo dia por pessoas anónimas. É este o conceito de "Um Dia na Terra"
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Globalização,
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
Como saber qual é o perieco, o anteco e a antípoda de um ponto geográfico?
Anteco:
diz-se de quem ou do que, em relação a outra pessoa ou local, vive ou está no
mesmo meridiano, mas em hemisférios diferentes e à mesma distância do equador.
Exemplo: «A vive à longitude de 9º W e à latitude de 38º N.
B vive à longitude de 9º W e à latitude de 38º S.»
Perieco: Designação que tomam os habitantes de um lugar da superfície terrestre em relação aos de outro, quando estes lugares ficam na intersecção de um mesmo meridiano com um mesmo paralelo, isto é, quando têm igual latitude e as longitudes respectivas diferem de 180º.
Exemplo: «A vive à longitude de 9º W e à latitude de 38º N.
B vive à longitude de 171º E e à latitude de 38º N.»
Antípoda: é o que ou quem se encontra em local diametralmente oposto, isto é, a vertical do lugar que passa pelo centro da Terra é comum para os dois, ou ainda, o Zénite de um é o Nadir do outro.
Exemplo 1: «A vive à longitude de 9º W e à latitude de 38º N. B vive à longitude de 171º E e à latitude de 38º S.»
Exemplo 2: «A vive no Pólo Norte. B vive no Pólo Sul.»
Exemplo: «A vive à longitude de 9º W e à latitude de 38º N.
B vive à longitude de 9º W e à latitude de 38º S.»
Perieco: Designação que tomam os habitantes de um lugar da superfície terrestre em relação aos de outro, quando estes lugares ficam na intersecção de um mesmo meridiano com um mesmo paralelo, isto é, quando têm igual latitude e as longitudes respectivas diferem de 180º.
Exemplo: «A vive à longitude de 9º W e à latitude de 38º N.
B vive à longitude de 171º E e à latitude de 38º N.»
Antípoda: é o que ou quem se encontra em local diametralmente oposto, isto é, a vertical do lugar que passa pelo centro da Terra é comum para os dois, ou ainda, o Zénite de um é o Nadir do outro.
Exemplo 1: «A vive à longitude de 9º W e à latitude de 38º N. B vive à longitude de 171º E e à latitude de 38º S.»
Exemplo 2: «A vive no Pólo Norte. B vive no Pólo Sul.»
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Se estudassem geografia, isto não acontecia!
Insólito: 400 adeptos do Bilbau foram a Budapeste… mas a final era em Bucareste
Quatro centenas de seguidores do Atlético de Bilbau falharam a final da Liga Europa. Isto
porque compraram bilhetes para a cidade errada. "Soam parecidas", disseram eles!
domingo, 22 de abril de 2012
Dia da Terra
"Todos os anos, a 22 de Abril celebra-se o Dia Mundial da Terra.
O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, em 1970 e tem
por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação,
conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a
Terra.
A data, que é considerada o nascimento do movimento ambientalista tornou-se
um evento à escala mundial em 1990, quando mobilizou 200 milhões de pessoas em
141 países.
Em 2012, o mote é “Mobilizar a Terra” e a celebração deste ano pretende
reunir as vozes de todos os que estão insatisfeitos com a inércia dos governos
no que toca à proteção e preservação do Ambiente num apelo global para que
todos, desde os indivíduos às organizações, passando pelos governos atuem no
sentido de garantir um futuro sustentável."
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Ouro Azul: As Guerras Mundiais pela Água
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Aquecimento global
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Qantas estreia biocombustível num dos seus aviões

“A companhia aérea australiana Qantas utilizou pela primeira vez biocombustível num dos seus aviões, como parte de uma iniciativa a favor da redução das emissões de gases de efeito estufa, informaram fontes da empresa
A aeronave em causa, que estabeleceu a ligação entre as cidades de Sidney e Adelaide, recebeu a injeção de uma mistura de combustível convencional e combustível elaborado com óleo de cozinha reciclado, em quantidades iguais.
O diretor executivo da Qantas, Alan Joyce, também anunciou hoje o lançamento de um estudo sobre a viabilidade de produção deste tipo de combustível na Austrália, a ser financiado pelo governo de Camberra e que contará com o apoio técnico da Shell.”
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