«As geografias – disse o geógrafo – são os livros mais sérios que há. Nunca passam de moda. É raríssimo que uma montanha mude de lugar. É raríssimo que um mar se esvazie. Nós só descrevemos coisas eternas.» Antoine de Saint-Exupéry em “O Principezinho” (1946)
terça-feira, 13 de março de 2012
Uma imagem vale mais do que mil palavras
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Mega central solar em construção nos EUA
De volta ao início
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Oymyakon - O lugar povoado mais frio da terra


"Na república russa de Yakutia, na Sibéria, no noroeste da Rússia, esta cidade está localizada num planalto a 750 metros acima do nível do mar, onde o inverno dura um mínimo de nove meses. Nestas condições meteorológicas extremas, em 26 de Janeiro de 1926 registou-se a menor temperatura do planeta num lugar habitado, uns espantosos 71,2 ºC, abaixo de zero. Menos que isso, só na Antártida, onde os termómetros chegaram a 89,2 ºC negativos numa estação russa."
domingo, 15 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Quem tem o melhor peixe do mundo?
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Fotografia do dia
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Ser amigo do ambiente!

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer as suas próprias sacolas para as compras, uma vez que os sacos plásticos não são amigos do meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse-lhe:
- No meu tempo não havia esta "onda verde"!
O empregado respondeu:
- É o problema actual, minha senhora! A sua geração não se preocupou suficientemente com o nosso meio ambiente.
- Pois, responde a velha senhora, a nossa geração não se preocupou devidamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, de refrigerante e de cerveja eram devolvidas à loja que as reenviava à fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reutilização e eles reutilizavam-nas inúmeras vezes.
"Realmente não nos preocupávamos com o meio ambiente. Subíamos as escadas porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Íamos às compras a pé, em vez de utilizar o nosso carro de 300 cavalos de potência para nos deslocarmos ao quarteirão mais perto.
"Tem razão. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A energia solar e eólica é que secavam as nossas roupas e não estas máquinas bamboleantes de 220 volts. Os pequeninos utilizavam as roupas que tinham sido dos irmãos.
"Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Só havia uma televisão ou rádio em casa e não uma televisão em cada quarto. Esta tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um "telão" do tamanho de um estádio que depois será descartado mas como?!
"Na cozinha, batíamos tudo à mão. Não havia máquinas eléctricas! Quando embalávamos algo frágil para o correio, usávamos jornal amarrotado para protegê-lo, não "plástico bolha" ou "pellets" de plástico que duram cinco séculos a degradar-se! Não se usava um motor a gasolina a não ser para cortar a relva Era utilizado um cortador que exigia músculos! O exercício era extraordinário e não era necessário ir ao ginásio usar tapetes rolantes que também funcionam a electricidade.
"Tem razão: naquela época não havia preocupação com o meio ambiente. Bebíamos directamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas que agora povoam os oceanos. Relativamente às canetas: recarregávamo-las com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonámos as navalhas, em vez de deitar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficava sem corte.
"Na verdade, tivemos uma "onda verde". As pessoas apanhavam o autocarro e os meninos iam de bicicleta ou a pé para a escola, em vez de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos apenas uma tomada em cada quarto e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a quilómetros de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
"Então, não é risível que a actual geração fale tanto em meio ambiente mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época?"
- A senhora deveria trazer as suas próprias sacolas para as compras, uma vez que os sacos plásticos não são amigos do meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse-lhe:
- No meu tempo não havia esta "onda verde"!
O empregado respondeu:
- É o problema actual, minha senhora! A sua geração não se preocupou suficientemente com o nosso meio ambiente.
- Pois, responde a velha senhora, a nossa geração não se preocupou devidamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, de refrigerante e de cerveja eram devolvidas à loja que as reenviava à fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reutilização e eles reutilizavam-nas inúmeras vezes.
"Realmente não nos preocupávamos com o meio ambiente. Subíamos as escadas porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Íamos às compras a pé, em vez de utilizar o nosso carro de 300 cavalos de potência para nos deslocarmos ao quarteirão mais perto.
"Tem razão. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A energia solar e eólica é que secavam as nossas roupas e não estas máquinas bamboleantes de 220 volts. Os pequeninos utilizavam as roupas que tinham sido dos irmãos.
"Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Só havia uma televisão ou rádio em casa e não uma televisão em cada quarto. Esta tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um "telão" do tamanho de um estádio que depois será descartado mas como?!
"Na cozinha, batíamos tudo à mão. Não havia máquinas eléctricas! Quando embalávamos algo frágil para o correio, usávamos jornal amarrotado para protegê-lo, não "plástico bolha" ou "pellets" de plástico que duram cinco séculos a degradar-se! Não se usava um motor a gasolina a não ser para cortar a relva Era utilizado um cortador que exigia músculos! O exercício era extraordinário e não era necessário ir ao ginásio usar tapetes rolantes que também funcionam a electricidade.
"Tem razão: naquela época não havia preocupação com o meio ambiente. Bebíamos directamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas que agora povoam os oceanos. Relativamente às canetas: recarregávamo-las com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonámos as navalhas, em vez de deitar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficava sem corte.
"Na verdade, tivemos uma "onda verde". As pessoas apanhavam o autocarro e os meninos iam de bicicleta ou a pé para a escola, em vez de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos apenas uma tomada em cada quarto e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a quilómetros de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
"Então, não é risível que a actual geração fale tanto em meio ambiente mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época?"
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
As maiores minas do mundo
São minas céu aberto. Algumas têm mais de 100 anos e todas têm várias centenas de metros de profundidade. Em comum apenas uma coisa: causam um impacto visual brutal. Uma infografia do jornal "Público" para ver aqui. quinta-feira, 3 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
A evolução da tecnologia
Os 20 países com mais habitantes em 2100
Hoje somos 7 mil milhões
De acordo com os media internacionais, Danica May Camacho foi a bebé escolhida pela ONU para representar os 7 mil milhões de habitantes no planeta. Mas outros países reclamam a distinção.
Nascida em Manila, nas Filipinas, Danica May Camacho representa simbolicamente o bebé número 7 mil milhões.
Danica veio ao mundo no ontem, dois minutos antes da meia-noite, mas por uma diferença de tempo tão curta os médicos consideraram que o nascimento foi já na segunda-feira, o dia no qual a ONU estimou a chegada ao novo número de população mundial.
De acordo com os media internacionais, esta terá sido a bebé escolhida pelas Nações Unidas para representar os 7 mil milhões de pessoas a habitar o planeta, mas no site oficial desta organização não existe ainda qualquer referência ao nome da criança.
Quando, em outubro de 1999, a população mundial chegou aos seis mil milhões, a marca foi simbolicamente atribuída ao bebé Adnan Nevic, na Bósnia.
7 mil milhões são apenas uma estimativa
O local e a hora exatos do nascimento do bebé número 7 mil milhões são impossíveis de prever com exatidão. Os dados da ONU são baseados em estimativas e previsões, sendo a data de hoje, bem como o bebé número 7 mil milhões, apenas simbólicos.
Por todo o mundo, vários bebés nascidos no dia de hoje foram celebrados como parte deste número e vários países reclamam ser a pátria do bebé mais mediático da atualidade.
As celebrações começaram nas Filipinas onde, ainda antes da meia-noite, nasceu Danica May Camacho. A bebé filipina irá receber uma bolsa de estudos e os pais uma quantia em dinheiro, que vão usar para abrir uma loja.
Todos querem acolher o bebé número 7 mil milhões
O estado mais populoso da Índia, Uttar Pradesh, também é um local provável para o nascimento do bebé. Aqui, a organização internacional Plan International anunciou hoje o nascimento do bebé número 7 mil milhões: uma menina, chamada Nargis.
Na Rússia, foi anunciado que o bebé representativo deste número nasceu na região de Petropavlovsk-Kamchatsky, segundo o "The Voice of Rússia" .
De acordo com uma agência noticiosa da Arménia , o nascimento do bebé número sete milhões também foi comemorado na região de Artik, onde representantes das Nações Unidas no país terão visitado hoje o recém-nascido Vahram Voskanyan.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/
sábado, 29 de outubro de 2011
Dez mil milhões de pessoas é o limite do mundo

Segundo um artigo publicado no “Planeta & Clima”, do professor Edward Wilson, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, sobre os impactos do crescimento populacional sobre o meio ambiente, o consumo crescente é a principal ameaça do crescimento da população.
O biólogo Edward O. Wilson, autor deste estudo, professor da universidade de Harvard, nos Estados Unidos, investigador, ambientalista e escritor, ganhando duas vezes o prêmio Pulitzer para não-ficção, afirma que dez mil milhões é o limite que nos deveríamos concentrar.
De acordo com este estudo é absolutamente crucial monitorizar agora de perto o crescimento da população humana, porque na realidade existe um aceleramento com a estimativa de 9 mil milhões em 2043, acima do que se esperava anteriormente a partir de análises de população feitas pelas Nações Unidas.
É importante pensar na questão do crescimento do consumo per capita no futuro em todo mundo. Este aumento pode ser devastador e é necessário pensar nisso de forma a alcançar a sustentabilidade na alimentação e provisão de níveis decentes de habitação em todo o globo. Wilson afirma estar “particularmente preocupado com o que estamos a fazer com outras formas de vida. Estamos a destruir a diversidade biológica, que consiste nos ecossistemas e nas espécies que os habitam.”
A população mundial tem-se concentrado nas partes não vivas do meio ambiente, nos recursos naturais, na qualidade da água, na atmosfera, nas alterações climáticas, etc. Mas é importante agora dar igual atenção à parte viva do meio ambiente, como os ecossistemas que sobrevivem e a grande maioria das espécies, que têm milhões de anos e estão em pleno processo de erosão. Seria necessário criar mais reservas e parques naturais, de forma a que os seres vivos possam ser protegidos.
É importante que os países em desenvolvimento criem programas de produção e consumo sustentáveis, ao mesmo tempo que os países desenvolvidos mostram o caminho. Na actualidade, os ricos têm padrões absurdos de consumo, e as diferenças entre os sectores mais ricos e os mais pobres estão cada vez maiores mesmo nos países em desenvolvimento. Esta é uma tendência muito perigosa. É necessário dar o exemplo nos países desenvolvidos adoptando, no mínimo, medidas de limitação do consumo e uma distribuição mais inteligente da riqueza.
O biólogo Edward O. Wilson, autor deste estudo, professor da universidade de Harvard, nos Estados Unidos, investigador, ambientalista e escritor, ganhando duas vezes o prêmio Pulitzer para não-ficção, afirma que dez mil milhões é o limite que nos deveríamos concentrar.
De acordo com este estudo é absolutamente crucial monitorizar agora de perto o crescimento da população humana, porque na realidade existe um aceleramento com a estimativa de 9 mil milhões em 2043, acima do que se esperava anteriormente a partir de análises de população feitas pelas Nações Unidas.
É importante pensar na questão do crescimento do consumo per capita no futuro em todo mundo. Este aumento pode ser devastador e é necessário pensar nisso de forma a alcançar a sustentabilidade na alimentação e provisão de níveis decentes de habitação em todo o globo. Wilson afirma estar “particularmente preocupado com o que estamos a fazer com outras formas de vida. Estamos a destruir a diversidade biológica, que consiste nos ecossistemas e nas espécies que os habitam.”
A população mundial tem-se concentrado nas partes não vivas do meio ambiente, nos recursos naturais, na qualidade da água, na atmosfera, nas alterações climáticas, etc. Mas é importante agora dar igual atenção à parte viva do meio ambiente, como os ecossistemas que sobrevivem e a grande maioria das espécies, que têm milhões de anos e estão em pleno processo de erosão. Seria necessário criar mais reservas e parques naturais, de forma a que os seres vivos possam ser protegidos.
É importante que os países em desenvolvimento criem programas de produção e consumo sustentáveis, ao mesmo tempo que os países desenvolvidos mostram o caminho. Na actualidade, os ricos têm padrões absurdos de consumo, e as diferenças entre os sectores mais ricos e os mais pobres estão cada vez maiores mesmo nos países em desenvolvimento. Esta é uma tendência muito perigosa. É necessário dar o exemplo nos países desenvolvidos adoptando, no mínimo, medidas de limitação do consumo e uma distribuição mais inteligente da riqueza.
NaturLink
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Menos 600 milhões para a educação
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