«As geografias – disse o geógrafo – são os livros mais sérios que há. Nunca passam de moda. É raríssimo que uma montanha mude de lugar. É raríssimo que um mar se esvazie. Nós só descrevemos coisas eternas.» Antoine de Saint-Exupéry em “O Principezinho” (1946)
terça-feira, 12 de abril de 2011
Novo sismo afecta Japão um mês após catástrofe
Um forte sismo de 6,6 na escala de Richter foi registado nesta segunda-feira no nordeste do Japão, perto da central nuclear de Fukushima, quando se assinala um mês da catástrofe que fez mais de 27 mil vítimas.
O sismo, que ocorreu às 17h16 locais (9h16 em Lisboa), foi de magnitude 6,6, segundo o Instituto de geofísica norte-americano (USGS, an sigla inlgesa).
O USGS actualizou a magnitude do sismo desta segunda-feira para 6,6, uma vez que as primeiras previsões apontavam para os 7,1 graus na escala de Richter.
O alerta de tsunami foi lançado logo a seguir ao sismo mas entretanto já foi levantado. O epicentro do sismo foi em terra a 10 quilómetros de profundidade.
Fukushima evacuada
Como precaução, os funcionários da central nuclear de Fukushima foram evacuados e a energia eléctrica do local foi cortada, anunciou a Tepco, proprietária da central.
"A empresa ordenou aos trabalhadores que saíssem e se refugiassem em um edifício resistente a sismos", afirmou um porta-voz da Tepco.
"A injecção de água para resfriar os três reactores foi suspensa quando a energia eléctrica foi cortada", completou.
A Agência de Segurança Nuclear japonesa anunciou que o fornecimento de energia já eléctrica foi restabelecido. Apesar das precauções, a agência de notícias Kyodo informou que não foi registado nenhum dano na central nuclear.
Luto pelas vítimas de 11 de Março
Mais cedo, os japoneses prestaram um minuto de silêncio em memória das vítimas do sismo e tsunami de 11 de Março, que segundo o balanço mais recente deixou 28 mil mortos e desaparecidos.
O governo japonês decidiu ampliar a zona de segurança em torno da central nuclear de Fukushima. Os novos planos de evacuação serão aplicados a localidades como Itate, a 40 quilómetros da central, e Minami Soma, onde foram medidos níveis elevados de radioatividade acumulada.
O risco de fuga de radioactividade em grande alcance diminuiu consideravelmente, mas a exposição prolongada a doses de radioactividade pouco elevadas constitui um perigo que justifica a medida, segundo o porta-voz do Governo, Yukio Edano.
Primeiro-ministro agradece solidariedade
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, publicou nesta segunda-feira uma carta em vários jornais do mundo a manifestar a gratidão pela ajuda recebida no Japão.
"Num momento de desespero, pessoas de todo o planeta uniram-se a nós. Elas inspiraram-nos com esperança e coragem", afirma Kan no texto, que tem como título "Obrigado pelo Kizuna [vínculos de amizade]", publicado em jornais de países como China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França e Rússia, entre outros.
Fonte: @SAPO com agências
Quanto custaram as catástrofes naturais?
terça-feira, 5 de abril de 2011
Camada de ozono no Pólo Norte está especialmente fina devido a um Inverno frio

"A camada de ozono no Pólo Norte diminuiu em 40 por cento devido à continuação de um Inverno frio no mês de Março, revela a Agência Europeia Espacial (ESA).
A razão para o fenómeno deve-se a um “Inverno estratosférico muito mais frio e persistente” que promoveu a destruição do ozono, uma camada importante formada por uma molécula de três átomos de oxigénio que reflecte os raios ultra-violetas. Esta camada fica a 25 quilómetros de altitude.
As condições meteorológicas por cima do Árctico mantiveram uma massa de ar gelado por cima da região. Em Março, quando a luz do Sol começou atingir as latitudes mais a norte do planeta, produziram gases a partir dos clorofluorcarbonetos (CFCs) que destroem as moléculas de ozono em moléculas de hidrogénio.
Os CFCs, que eram utilizados para latas de spray, por exemplo, foram banidos no século passado, mas vão permanecer na atmosfera durante mais algumas décadas até serem completamente degradados.
O fenómeno foi detectado pelo Envisat satellite, da ESA. A última vez que este fenómeno tinha acontecido foi em 1997.
Os cientistas não sabem se as alterações climáticas vão promover mais fenómenos destes.”Num clima em mudança, é esperado que em média as temperaturas estratosféricas sejam mais frias, o que significa que vai acontecer uma maior diminuição de ozono”, disse num comunicado da Agência Europeia Espacial Mark Weber, da Universidade de Bremen.
“Por outro lado, muitos estudos mostram eu a circulação estratosférica no Hemisfério Norte pode aumentar no futuro e, consequentemente, mais o ozono vai ser levado dos trópicos para latitudes mais altas, reduzindo a sua diminuição”, acrescentou o cientista."
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Volta ao mundo num barco movido a energia solar
A Pegada Ecológica
pegada humana - 2008 from luís palma de jesus on Vimeo.
sábado, 2 de abril de 2011
Camiões para quê?
sexta-feira, 1 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Xangai 1999 e 2010
sábado, 26 de março de 2011
Mais, sobre a "Hora da Terra"
Eólica gigante pode abastecer 30 mil casas
Há 26 anos as primeiras eólicas tinham 50 KW de capacidade instalada. Agora já há uma turbina com 7,5 MW, na Alemanha, e já se projeta uma outra com 20 MW.
A semana passada, um grupo de investigadores financiados pelo programa europeu UpWind comunicou aos responsáveis da União Europeia que a construção de turbinas eólicas com 20 MW de capacidade é possível.
sexta-feira, 25 de março de 2011
China constrói arranha-céus amigo do ambiente
A nova sede da Guosen securities, em Shenzhen, China, terá a forma de um lanterna chinesa tradicional. Tem 204 metros de altura, produz energia para consumo próprio e recupera a água da chuva.quinta-feira, 24 de março de 2011
Instituto de Meteorologia Nacional faz 65 anos

terça-feira, 22 de março de 2011
A Hora do Planeta
Apaga a luz e ajuda o planetaTodos os anos a organização incentiva cidades de todo o mundo a desligarem as luzes por uma hora. Este ano, a iniciativa está marcada para sábado, 26 de Março. As cidades envolvidas devem reduzir ao máximo a sua fatura energética entre as 20h30 e as 21h30. O evento começa em Sidney, na Austrália, alastrando pela Terra em efeito onda devido aos diferentes fusos horários.
A “Hora do Planeta” teve início em 2007, em Sidney. Com este gesto simbólico espera-se promover um impacto positivo no ambiente, reduzindo o consumo de energia durante essa hora e fomentando bons hábitos energéticos. Mais de 128 países e territórios aderiram à iniciativa em 2010 e este ano estão inscritos 130, mas poderão ser os “smartphones” e redes sociais a dar o maior impulso."














